Psicopedagogia

 

A Psicopedagogia Clínica trabalha em consultório atendendo crianças, adolescentes ou adultos, com dificuldades de aprendizagem.

Para um atendimento eficaz é primordial a parceria de outros profissionais tais como: Neuropsicólogo, Fonoaudiólogo, Psicólogo, Psiquiatra, dentre outros.

 

O Psicopedagogo clínico atua em uma linha terapêutica, onde diagnostica, desenvolve técnicas funcionais, orienta pais e professores de maneira a tornar seu trabalho integrado e não individual. 

Para tal, o profissional da Psicopedagogia precisa conhecer e entender como se dá o processo de construção do conhecimento, assim como conhecer as dificuldades de aprendizagem e possíveis formas de intervenção. Precisa saber até onde pode ajudar e o momento certo para fazer o 
encaminhamento. Seu trabalho nunca é 

individual; deve buscar constante aprimoramento.

 

A Psicopedagogia formaliza atualmente a área que lida com a compreensão e o tratamento dos problemas de aprendizagem ampliando o foco através da contribuição de outras áreas do conhecimento como a Didática, Linguística, Psicanálise, Psicologia, Filosofia, Sociologia, entre outras.

 

Sendo assim, constitui-se como um trabalho que atua na área da Educação, mas com parceria importante com a área da Saúde. O Psicopedagogo Clínico é aquele que vai sempre tentar com que seu paciente chegue a um estado de equilíbrio entre seu desempenho escolar e sua saúde.

 

Silvana Chatagnier Borges Perez

Pedagoga e Psicopedagoga Clínica

 

Fonte:

http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/30071/psicopedagogia-clinica-x-institucional-do-que-se-trata#ixzz3XhK95ie7

http://www.abpp.com.br/

Fonoaudiologia e o Processo de Aquisição de  Linguagem

 

“ ... O ser humano é acima de tudo um ser de linguagem. Essa linguagem exprime seu desejo inextinguível  de encontrar um outro, semelhante ou diferente dele e estabelecer com esse outro uma comunicação”.

Françoise Dolto

 

Com essa citação Françoise Dolto em seu livro “Tudo é linguagem” nos diz que todo ser humano precisa de uma outra pessoa para se estruturar física, motora e psicologicamente adquirindo, dessa forma, todas as condições para seu pleno desenvolvimento e, em consequência, desenvolver a linguagem que permitirá sua comunicação com o mundo.

 

Quando se fala em comunicação parte-se do pressuposto de que um diálogo esteja se estabelecendo. Para que esse diálogo se estabeleça é necessário que as partes estejam disponíveis.

 

No caso da criança as partes disponíveis serão a própria criança e sua mãe exercendo a maternagem.

É na relação com o outro que a criança terá toda condição de adentrar ao mundo da linguagem.

 

O bom desempenho da função materna depende do desejo   que a mãe sente em relação ao seu bebê, desejo esse que não será indiferente para essa criança, mesmo durante a gestação. Em consequência dessa disponibilidade/desejo o esperado é que se estabeleça uma comunicação entre essa dupla.

 

O instrumento de comunicação do bebê é o seu corpo que sozinho, independente do seu pleno funcionamento, não conseguirá fazer com que todo o processo de aquisição de linguagem aconteça plenamente. Para isso é preciso que esse corpo esteja inserido num ambiente propício, criado por sua mãe.

Essa função materna de que falo pode também ser exercida pelo pai ou outro (a) cuidador (a) quando da ausência ou da impossibilidade da mãe desempenhar esse papel.

 

Um bebê é falado por seus pais muito antes de nascer e é muito importante toda

a troca corporal que acontece entre o bebê e sua mãe desde antes do seu nascimento.

É nessa relação, quando a mãe age sobre seu filho, que começa a inserção do bebê na linguagem. É a fala da mãe, dirigida a esse bebê que fará com que ele se sinta convocado.

 

A interpretação da mãe, a forma como ela se dirige ao bebê, a entonação e a curva ascendente sustentada abrirão o espaço para que essa criança fale, mesmo que se saiba que ela não irá responder, mas demonstrando que esse bebê está incluído na conversa.

 

Tem-se assim, a criação imaginária de um diálogo.

 

É a voz da mãe, juntamente com os cuidados que a criança necessita que darão os elementos necessários para que o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê se estabeleça favorecendo para que a criança perceba a sonoridade e os sons da língua.

Há de se considerar que pode haver falhas na relação mãe/bebê no início da vida, principalmente se essa criança não for aquela sonhada por seus pais por apresentar algum problema de ordem orgânica. Essas falhas podem determinar problemas de desenvolvimento e, consequentemente, de linguagem.

 

A fonoaudiologia pode ajudar essas crianças e seus pais a encontrar uma solução para os problemas de linguagem apresentados pelos filhos, problemas esses que vão desde um atraso na aquisição até um distúrbio de linguagem.

 

Vale ressaltar que quanto mais cedo forem tomadas providências para a solução desses problemas mais rapidamente a criança responderá ao tratamento, dependendo do grau de comprometimento dessa criança.

 

Denise Garcia Paschoali

Fonoaudióloga

Psicologia

 

A Psicologia Clínica baseia-se no entendimento do ser humano como um ser biopsicossocial, pois age em todas as dimensões psíquicas, integrando-as e inferindo no equilíbrio e desequilíbrio de suas instâncias. Desta forma, ocupa lugar de destaque na área da saúde, pois estudos demonstram que as doenças orgânicas estão intimamente ligadas à constituição psicológica e emocional do indivíduo; partindo daí o conceito da natureza psicossomática da existência humana.

 

Diversos estudos e pesquisas vêm demonstrando que a constituição psíquica do indivíduo, assim como as experiências por ele vividas, interfere e se relacionam diretamente com o processo de ativação e modificação da estrutura genética humana. Portanto, é de extrema importância que o homem seja compreendido como um todo e que suas partes - orgânica e psíquica – coexistam e tenham a mesma importância na origem e tratamento das doenças.  A partir desse pressuposto, existe a preocupação com o desenvolvimento e trabalho, tanto da mente quanto do corpo, para a aquisição da saúde integral do indivíduo.

 

Desta forma, podemos afirmar que

a psicoterapia oferece recursos

significativos para uma compreensão mais abrangente e assertiva do processo de adoecimento do paciente, assim como o desenvolvimento de estratégias para uma vida mais saudável e integrada.

 

Vale ainda enfatizar que a psicoterapia é um recurso extremamente valioso para enfrentar as dificuldades encontradas no dia a dia, além de lidar, através do desenvolvimento de estratégias, com todas as formas de sofrimento humano decorrentes dos distúrbios psicossomáticos, transtornos psicopatológicos, crises existenciais, conflitos interpessoais, etc.

 

No espaço psicoterapêutico também há a possibilidade de promover o crescimento e amadurecimento do paciente, pois outro objetivo da psicologia clínica, e não menos importante, é aproximar o indivíduo de sua essência; auxiliá-lo a reconhecer as “máscaras” utilizadas nos diferentes ambientes sociais. Isto não significa exterminá-las, pois as máscaras são necessárias para cumprirmos os papéis na sociedade na qual vivemos, mas sim trazê-las à consciência, identificá-las e coloca-las à disposição para diferentes atuações como um ser social.

 

O autoconhecimento - através do contato com seu mundo psíquico - proporciona ao indivíduo fazer uso de seus próprios instrumentos para enfrentar os obstáculos e percorrer os desafios da existência humana.

 

Luciana Chatagnier Borges Lauretti

Psicóloga

 

Fonte: http://www.psicoterapia.psc.br/scarpato/psicoter.html

EspacoSER_Logo_Base circular1.png
  • Facebook
  • YouTube
  • Instagram

11 97018.4621  11 99105.4551

silperez@terra.com.br  lucblauretti@gmail.com

Calçada das Tulipas, 5 / 2° Andar

Centro Comercial de Alphaville  Barueri  SP