A força e a resistência muscular na aprendizagem.

Fonte: Sabiamente          Imagem: Pixabay

Hoje o diagnóstico mais usado quando se tem uma criança com problemas de aprendizado é o TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade).

 

O TDAH é uma alteração neurológica de causa genética que ocorre na região do córtex pré-frontal, na qual o padrão de comportamento é alterado. As crianças apresentam desatenção, desorganização, impulsividade, dificuldade de aprender com erros passados, fraca supervisão interna, falta de previsão, adiamento e agitação motora muito maior que a média para sua idade. Essas alterações não só afetam a vida acadêmica como também a vida social e familiar. Mas para se chegar a este diagnóstico existe a necessidade da uma avaliação interdisciplinar. A simples presença de uma das características não denomina esse transtorno.

 

Mas a sociedade atual facilita a aparição de algumas dessas características o que pode levar a um diagnóstico errado. As crianças passam grande parte do seu tempo em escolas, creches, apartamento e em casa e as tecnologias passam uma imagem de que ela irá suprir a falta de estímulos com jogos interativos e de cunho cognitivo.

 

 Estudos mostram que a estimulação precoce pode fazer diferença em idades mais avançadas, melhorando o desenvolvimento motor (força, resistência e postura), ao longo da vida vamos nos estruturando através de nossas vivências externas e de atitudes e comportamento.

 

 Por conta do fácil acesso as tecnologias, as alterações biomecânicas acontecem com mais frequência, pois hoje em dia as crianças trocam as brincadeiras de rua por horas em frente à televisão e celulares.

 

As emoções, cognição e os movimentos físicos estão ligados a um ciclo contínuo de estimulo sensorial e de produção motora. Quanto maior a quantidade de estímulos, maior será o repertório de respostas.

 

Quando é fornecido para a criança um ambiente favorável, os pais podem ajudar a criança melhorando a coordenação motora grossa e fina, aumentando a resistência muscular e consequentemente postural, desenvolver a fala, entre outras coisas.

 

As atividades lúdicas como andar de bicicleta, correr, ler, jogar, proporcionam para as crianças a força muscular de coluna e pescoço necessária para que elas aguentem o período de aula lousa-caderno sem se desorganizar e perder o foco.

Quer saber mais? Fale com Silvana Perez, Pedagoga,

Psicopedagoga e Mestre em Educação.

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