Ansiedade também pode atingir crianças, alertam especialistas.

Fonte: Educentro

Postagem_83.jpg

Apreensão ou medo provocado pela antecipação de uma situação considerada desagradável ou perigosa. Essa é a definição da famosa ansiedade, que é muito comum na vida adulta mas que também pode ocorrer durante a infância.

 

Especialistas advertem que os pais precisam ficar atentos, pois o comportamento pode interferir de forma grave no dia a dia das crianças afetadas pelo problema.

 

Mas como saber se é uma reação natural a uma situação nova ou tornou-se algo patológico?

 

Durante a infância, o transtorno mais comum de ansiedade é o da separação com os pais, dificultando a adaptação ao ambiente escolar. No início do ano letivo ou em uma escola nova, esse comportamento está dentro do esperado.

 

Porém, se com o passar do tempo a criança continuar resistindo a ficar sozinha em sala de aula, é indicado procurar ajuda profissional.

 

A criança também pode apresentar sintomas emocionais, como crises de choro, medo constante e isolamento, além de distúrbios do sono e agitação. Outros sinais são dificuldade para lidar com o diferente, não conseguir atingir objetivos previamente esperados e demonstrar impulsividade.

 

Havendo necessidade de procurar ajuda profissional, o pediatra pode dar as primeiras orientações mas o psicólogo é o profissional especializado para uma avaliação eficiente. Na maior parte dos casos, não há necessidade de recorrer a medicamentos.

 

Pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) indica que 10% das crianças e adolescentes brasileiras têm ou correm risco de desenvolver algum tipo de ansiedade.

 

Um dos motivos revelados pelo levantamento é uma rotina com muitas atividades extracurriculares e, consequentemente, com mais cobranças do que as gerações anteriores.

Quer saber mais? Fale com Nair Garcia.

Psicóloga Clínica. 

Especializada em Psicodiagnóstico

Infantil e Adolescência.

EspacoSER_Logo_Base circular1.png